quinta-feira, março 26, 2015
“Pero, quizás, un día,/ antes de que la tierra se canse de atraernos/ y
brindarnos su seno,/ el cerebro les sirva para sentirse humanos,/ ser
hombres,/ ser mujeres/ --no cajas de caudales/ ni perchas desoladas--,/
someter a las ruedas,/ impedir que nos maten,/ comprobar que la vida se
arranca y despedaza/ los chalecos de fuerza de todos los sistemas;/ y
descubrir, de nuevo, que todas las riquezas/ se encuentran en nosotros y no
bajo la tierra.”
Oliverio Girondo
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